04/05/2016

Primeira experiência de emprego em Dublin


Numa das minhas buscas por emprego em Dublin, encontrei uma vaga na área de vendas que parecia interessante e batia com todas as minhas necessidades: part-time, pessoas sem experiência e com inglês intermediário. Enviei meu currículo e logo recebi um e-mail agendando a entrevista. Confirmei e fui no dia e local marcado. O lugar onde ficava o escritório parecia um lugar bacana e estava já sonhando em conseguir o emprego e ganhar meu salário. Infelizmente, ouve um imprevisto e a entrevista foi cancelada, mas eu só consegui ver isso depois que já tinha chego e fui pra casa meio indignada. Quando finalmente consegui a entrevista, foi a coisa mais rápida do mundo: estava eu e mais outra menina, aparentemente polonesa, e o cara só explicou como seria o trabalho: vendas abordando as pessoas (às vezes na rua, às vezes em shoppings e eventos) e disse que se quiséssemos a vaga, era só confirmar pra ele no mesmo dia até às 5pm. Tava muito bom pra ser verdade e segundo fui informada, teríamos um treinamento que seria remunerado. Claro que confirmei meu interesse e fui no dia do treinamento, num sábado, para o centro da cidade, no primeiro ônibus. Cheguei lá mais cedo que todo mundo e fiquei esperando. Logo apareceram dois irlandeses: uma menina muito simpática e arrumada, maquiada e com penteado no cabelo e o rapaz, que parecia ter saído dos anos 70: cabelo comprido, bigode, óculos redondinho e boina. Os dois falavam entre si num inglês ininteligível. Me senti o mais ignorante dos seres humanos e só conseguia pensar que jamais vou conseguir falar inglês fluente. Logo chegaram dois rapazes: um chileno e um brasileiro, super amigos e que chegaram quase juntos na Irlanda. Depois, uma brasileira (fiquei apaixonada pelo estilo dela, gente, umas combinações de estampinhas e sobreposições muito amor). Por último, uma argentina bapho. Fiquei com aquela impressão que com certeza ela estava no lugar errado. Ela estava usando um casaco branco desses de pelinhos volumosos, com uma galocha maravilhosa, super maquiada, maior pinta de rica. A polonesa que estava comigo no dia da entrevista não apareceu. Logo começamos a discutir sobre o trabalho e recebemos o contrato pra ler, enquanto esperávamos pelo treinamento. Descobrimos que aparentemente, o trabalho não tinha salário base, era só comissão. Já comecei a murchar porque não me garanto muito com essa coisa de vendas. O trabalho era 100% em pé, das 8am às 4pm, paradinha num ponto determinado. Não poderíamos fazer pausas no período da manhã e nem no horário do almoço, que são considerados os melhores pra venda. Só depois do horário da muvuca master passar, poderíamos descansar um pouco. Descobrimos também que o treinamento não era remunerado, ganharíamos só nossa parte se realmente vendêssemos, porque depois de uma hora explicando sobre o trabalho em si, fomos pra rua pra entrar em ação! Pensa no meu desespero. Me senti como o Z, no filme FormiguinhaZ, quando ele vai pra inspeção dos soldados pra ver a princesa Bala e é mandado pra guerra. Durante o treinamento, uma polonesa muito simpática - que adorou o meu nome e aparentemente foi muito com a minha cara - nos explicou tudo e disse que o trabalho parece difícil no começo, mas depois a gente pegava o jeito. E que naquele dia, ia ser difícil vender algo, mas que era só pra sentirmos o clima e ver se queríamos continuar. A comissão era de 40%, parece alto, mas considerando que não existe salário base, é pouco se você não consegue vender muito. No meio da explicação, no escritório, a argentina pediu pra ir embora e disse que o trabalho não era pra ela. Ficou um climão, mas logo superamos. Todo mundo que tava ali precisava de emprego e queria tentar, vai que dava certo, né? Pegamos nossos crachás, abadás, cofrinhos, materiais de divulgação e fomos para as ruas designadas. A polonesa coordenadora, muito querida, me mandou junto com a irlandesa pro local de trabalho - fiquei super feliz porque tava apavorada de ir sozinha. E no caminho, a menina desatou a falar comigo e fazer um monte de pergunta. E quem disse que eu conseguia entender e responder? Parecia aquelas loucas que pergunta toda hora pra pessoa repetir e só responde Yes/No ou índio querer biscoito. Ela era um amor de pessoa! Só tinha 19 anos e tava no trabalho pra ter experiência com vendas, ama desenhar retratos de pessoas e adoraria viajar e conhecer o mundo todo. Pensa no quanto eu tava querendo ser amiga dela. Sim. Pensa no quanto eu tava conseguindo me comunicar. Pois é. Tava fazendo um frio bem ok, mais ou menos uns 7ºC possivelmente, mas pegamos quase nada de chuva e até fez bastante sol, pra nossa sorte. Ficamos uma em cada lado da rua, então nem "conversamos" mais. No começo da manhã, mais precisamente na primeira hora, eu quis sentar e chorar. Pois tinha vendido exatos dois tickets. Eu tinha 60 no meu pacotinho! Foi tenso. Eu só pensava que não ia ganhar nem dois centavos de comissão e que tava ali perdendo meu tempo. A rua começou a ficar mais movimentada na hora do almoço. Melhoraram um pouco às vendas, mas a sensação de abordar as pessoas, indianos te encarando com aquelas caras de tarados, muita gente me ignorando, sendo grossa ou simplesmente não entendendo o que eu falava quando tinha que explicar um pouco mais sobre o assunto, começou a me deixar muito mal. Minha boca tava começando a rachar no frio e acabei esquecendo de passar o lip balm (ficou toda assada depois), minhas mãos congelando, mesmo eu estando agasalhada. Eu estava menstruada e ficar muito tempo em pé não é a melhor coisa pra se fazer nesses dias. Vendo mil pessoas passando com comidinhas, me deixou extremamente faminta. Quando deu 2pm, atravessei a rua e avisei a irlandesa que eu estava indo pro break, ela disse que tudo bem e que ia esperar mais um pouco. Ela perguntou se eu queria deixar minhas coisas ali, eu disse que não, que ia levar todo material comigo, mas que depois eu voltava. Não voltei. Fui dali direto pro escritório, e meio que só decidi isso no caminho, que não valia a pena parar, almoçar e continuar. Fiquei me sentindo mal por não ter avisado a irlandesa, por não ter nem pego nenhum contato dela. Simplesmente voltei pro escritório, almocei por lá um lanchinho que levei na mochila, de casa. A coordenadora tinha avisado que uma outra menina polonesa ia estar ali no escritório para recolher nosso material e contabilizar as vendas. Não tinha ninguém e a sala tava trancada. Começou a bater aquele desespero e a vontade de ir pra casa. Eu estava com o número da coordenadora e queria ligar pra ela, mas não tinha créditos e por um lado, também não queria desapontar ela dizendo que eu não queria mais o trabalho. Ela tinha sido muito querida e gostado de mim. Mas, simplesmente não era pra mim. Ela disse que a gente poderia ligar a cobrar, só dar um toque que ela ligaria de volta. Mas esqueci que eu não tinha ideia de como ligava a cobrar. Daí, estava super aflita olhando pro meu celular sem créditos, sem wi-fi aberta disponível. Primeiro, apareceu no edifício um cara que parecia nigeriano (não me perguntem porque eu acho que ele era nigeriano, mas pareceu pra mim), ele me pediu umas informações, eu tentei ajudar e acabei me sentindo meio desconfortável de perguntar pra ele como que ligava a cobrar. Ele subiu as escadas e sumiu. Depois, apareceu uma menina que passou reto por mim e desceu as escadas. Eu tava quase uma hora esperando para alguma alma abrir a sala do escritório, quando decidir descer e bater numa das portas que parecia ser a da menina que entrou por último. Era. Acertei a porta. E vocês nem imaginam o que tinha lá dentro. Um ateliê! Cheio de tecidos espalhados, mesas grandes de modelagem, moldes nas paredes, manequins e aparentemente ela tava alfinetando um vestido de festa. Ela tava com uma cara de desconfiada, gente. Parecia que eu era uma assaltante, uma assassina ou algo assim. Eu tentei explicar pra ela que eu queria ligar a cobrar pra um número e ela não entendeu na-da. Ela me disse pra usar o celular dela. E aí ela colocou o código do país na frente e me disse que era escocesa. Gente, uma escocesa que trabalhava com coisas de moda, bem ali, na minha frente. Eu queria era morrer. Quase comecei a chorar e falar: me contrata! Mas, não falei nada. Não falei que era formada em moda, não puxei assunto com ela, não fiz nada. Depois que a situação toda passou, eu tava num loop eterno dentro da música do Armandinho: tanta coisa a gente faz, depois quer voltar atrás. Peguei o celular, liguei pra polonesa coordenadora, que disse que a outra polonesa já ia chegar em uns instantes e desliguei. Entreguei o celular da escocesa, agradeci e pedi desculpas, esperei no hall de entrada. Logo chegou a dupla brasileiro + chileno me dizendo que tinham vendido apenas 6 tickets cada um, até fiquei feliz nesse momento, porque eu tinha vendido 30 no fim das contas. A polonesa chegou, contabilizou minha venda e perguntou se eu queria continuar no trabalho, eu disse que não daria. E fui embora. Na saída, encontrei o irlandês, que estava muito muito muito indignado porque deram pra ele uma rua que aparentemente é difícil pras vendas, dessa vez consegui entender tudo que ele falou e ele disse que vendeu um total de 20 tickets, sendo que ele já tinha experiência em empregos assim! No fim das contas, até que eu não fui tão mal assim. Depois fiquei pensando que eu poderia continuar, mesmo que o trabalho fosse só no sábado (eu poderia escolher pegar apenas um dia na semana, no sábado, porque só podemos trabalhar lá nos dias que temos inteiros disponíveis, no meu caso sábado e domingo - por conta das aulas de segunda à sexta -, mas domingo não tem ônibus saindo muito cedo e indo pro centro, da onde estou morando), tínhamos algumas vantagens quando podíamos ficar em locais fechados e em eventos, mas na rua é meio complicado, considerando que apesar de ser primavera, o frio ainda está imperando. De qualquer maneira, acho que o pior pra mim foi porque eu estava naqueles dias e tive uma dor de cabeça absurdamente forte no final da jornada. Pode ser que depois eu tenha pensado que até conseguiria porque também só fiz um dia, mas se ficasse mais tempo acho que não ia me sentir muito bem. Enfim, estou aqui em Dublin só há um mês e uma semana, sabe? Eu acho que posso conseguir algo melhor e que pague melhor. Logo que cheguei aqui eu tinha na minha cabeça que eu ia trabalhar de qualquer coisa, o que aparecesse, porque quero juntar grana pra ficar bem e tentar viajar um pouco no fim do curso. Só que acho que eu não sou bem capaz de fazer qualquer coisa. Nem acredito que eu consegui um emprego, que passei por uma entrevista e fui aceita, sabe? Só isso me deu uma sensação muito gratificante de que sou capaz mesmo com meu inglês mequetrefe, de fazer alguma coisa. Porém, tentei, fiz a experiência e vi que esse emprego não era pra mim, sei lá, não senti muita firmeza.

27 comentários:

  1. Ual, eu gostaria de ter essa experiencia, parece que emprego para estrangeiro é mais difícil. As vezes penso que há um enorme buraco negro entre mim e a pessoa com quem desejo me comunicar.
    Tenho medo de parecer uma pata que usa monossilabas.
    Definitivamente você merece algo melhor, boa sorte.
    Adorei o post ♥
    Com carinho,
    www.meninacaprichosa.com

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  2. Thayse, acho que você mandou bem, em tudo. Em arrumar o emprego, em ir na cara e na coragem, vender os 30 tickets, e perceber que isso não é pra você, rs. Demanda coragem, viu. Tenha paciência que algo bacana irá surgir.

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  3. Adorei o post, muito legal compartilhar sua experiência com a gente! as vezes a gente tem a impressão que vai ser super de boa mas é bom ver que nem sempre é assim. acho que eu no seu lugar ficaria bem desesperada haha mas tudo é aprendizado né? logo você arruma uma coisa melhor, essa não era uma proposta muito boa não :)

    www.blogamorarosa.com

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  4. "...Parecia aquelas loucas que pergunta toda hora pra pessoa repetir e só responde Yes/No ou índio querer biscoito..."
    "... Parecia que eu era uma assaltante, uma assassina ou algo assim..."

    Thay eu sei que você sofreu, mas eu ri muito me perdoa kakakakakka. ADOREI saber sobe sua experiencia e quero mais post assim *-*

    Beijão,

    Isa | http://isabellalessa.com

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    1. Sem problemas, Isa! Depois que passa a gente ri mesmo, mas na hora é sofrência hehehe :) Pode deixar, vou tentar escrever mais relatos. Beijos!

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  5. Nossa que complicado, deve ser muito ruim ficar assim se sentindo perdida sem conseguir se comunicar as vezes direito e vendo a desconfiança no rosto das pessoas. Eu não tinha conseguido, já tinha começado a chorar mesmo hahaha Ainda mais mulher tanto naqueles dias, nesse frio, da um colica e dores terriveis.
    Ótimo texto, obrigada por compartilhar, espero que encontre algo que goste viu.

    Dany Guimarães| Legalmeente Ruiva | Legenda da Trindade
    www.legalmeenteruiva.com

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  6. Thayse, seu relato me lembrou muito um emprego que tive aqui de pedir doações pras pessoas em nome de uma instituição, sabe? Também fiquei frustrada como você e desisti, vi que não era pra mim. Foi nessa época que também percebi que eu não estava disposta à tudo como imaginava... Mas calma, você só está aqui há pouco mais de um mês e com certeza encontrará algo melhor em breve!

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  7. Muito legal você contar a sua experiência. Acho que trabalhar com vendas é uma das coisas mais difíceis, tem que ter um talento nato, mas é sempre bom a gente se arriscar e tentar todas as oportunidades. Bjos

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  8. Amo você relatar tudo o que passa ai para ao menos termos uma base disso, principalmente para quem assim como eu que deseja viajar e no meu caso morar fora do Brasil. Amo seus posts!! Espero que logo encontre algo que ira gostar.
    Beijoos. ❤
    www.amordeluaazul.com.br

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  9. aiii que dia dificil Thayse. Fiquei aqui me imaginando no seu lugar, num país diferente, pessoas novas... mas jaja vc acerta um emprego que te faça feliz. Tô torcendo aqui <3 Ja fomos legais

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  10. Meu, amei ler seu relato, consegui imaginar sua situação inteirinha.

    Já vi muita gente dizendo que nesses casos temos que aceitar qualquer tipo de emprego pra conseguir grana. Mas é como foi com você: as vezes não rola né?

    Pensa que pelo menos você tentou, conseguiu o emprego e viu que pode funcionar. Jajá aparece outra oportunidade e quem sabe não seja melhor né!

    E tenta usar a experiencia pra melhorar depois. Tipo, puxar um papo com alguém que tem tudo a ver com você. Ficar se martirizando jamais né, mas pensar em como agir numa próxima!

    Boa sorte ai na sua jornada!

    Beijos
    A Mente Transborda
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    1. Exatamente, Jéssica. Eu acredito muito que toda experiência é válida. Mas também eu não tava num dia muito bom e acho que isso influenciou bastante, sabe. Mas, no final das contas, sou a rainha do ficar choramingando depois hahah eu nunca sei como agir na hora e acho que tenho problema em me relacionar com as pessoas. Eu adoro conhecer pessoas novas, mas fico meio receosa, é estranho :/ Beijos e muito obrigada!

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  11. Que pauleira, hein Thayse?
    MAs o bom dessas experiências é que vc pratica muito o idioma.
    bjs

    www.digoporai.com

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  12. Mesmo não tendo ficado no emprego você foi muito corajosa. Realmente é complicado trabalhar o dia todo em pé e ainda não ter salário base.
    Mas logo logo aparece um emprego legal pra você por aí.
    Beijos
    http://www.infinitafeminice.com.br/

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  13. 30 tickets de 60 até que foi bom.Pena que não é remunerado, eu costumo desconfiar de trabalhos que pagam por comissão, isso é meio ruim, sabe? No começo a pessoa acaba não vendendo muito e fica na mão.

    Mesmo assim está de parabéns.Bastante corajosa.Eu no seu caso teria um certo receio de ter que abordar as pessoas na rua, não levo muito jeito com isso.

    Beijos!

    Poesia em Transe

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  14. Thay, você tá de parabéns por tudo. Por já ter conseguido passar assim, por meter as caras e ir lá, tentar e também por ver que isso não é pra você. Tu se saiu super bem.. e com certeza uma oportunidade melhor vai aparecer pra você, to super torcendo aqui!<3

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  15. Que saga Thay, mas vc foi forte e arrasou nas vendas. Porém, vamos combinar, só em caso de extrema necessidade, ou grande paixão por vendas pra continuar. Pena que vc não ficou com o contato da irlandesa, mas pelo menos o da polonesa vc tem, rs. E quanto ao ateliê, vc pode voltar lá outro dia e deixar um currículo ;)

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  16. Nosa, Thay que saga que você fez! Olha, o melhor que você fez foi sair logo. Eu estagiei duas vezes e nas duas eu sempre falava "tá, eu aguento" e eu morria a cada dia, saí porque meu contrato acabou em um e no outro foi "corte de gastos", mas enfim, o que quero dizer é que tudo tem que ser visto no seu bem estar. Eu odeio me comunicar com as pessoas na rua, logo esse trabalho também não seria pra mim. Tenho certeza que você vai conseguir algo melhor e volta no ateliê menina, quem sabe!

    www.vestindoideias.com

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    1. Poxa, que barra, Carlinha. Mas há males que vem pra bem, e que bom que tu saiu dos trabalhos que não te faziam bem. Obrigada pela dica ;)

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  17. Nossa Thay, desde o começo parecia roubada menina.. ainda bem que caiu fora a tempo.
    Big beijos
    Lulu on the sky

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    1. Sim, Lulu, tens razão. Mas "vivendo e aprendendo", né? Beijos!

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  18. To na Italia (no interior sabe?) e nao tem muitas opçoes de trabalho, moro perto da praia e agora com a primavera pensei em procurar, mas nao encontro nada. Ta bem osso.

    Mas ai tbm nao sei se estou disposta a trabalhar em qualquer coisa.

    caosarrumado.com

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  19. Ai, deu pau aqui e não sei se meu comentário mega gigante apareceu =/

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  20. aaaacho que não! Enfim, te disse pra ficar calma que você já foi super corajosa e está aqui há apenas um mês. Não pense que seu inglês é ruim, pois veja como você já conseguiu se comunicar e até vendeu mais que todos!

    Ia te dizer pra pensar em fazer uns trabalhos voluntários, pois isso te ajuda a perder a vergonha de falar e também te dá indicação para futuros empregos! Vai dar tudo certo, aposto que sim!

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  21. Ai, deu pau aqui e não sei se meu comentário mega gigante apareceu =/

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  22. Thayse, que tenso! O melhor mesmo é tocar a bola pra frente e procurar outro emprego, que valorize mais suas habilidades. Boa sorte, tô mandando boas energias aqui do Brasil hem ;)
    Beijos.

    claramenteinsana.com

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